Nunca imaginei que precisaria fingir estar morta para sobreviver: O testemunho de Maria Aparecida sobre abuso, medo e renascimento

Sou Maria Aparecida, tenho 54 anos, e minha história começa numa noite sufocante de verão em Minas Gerais, quando percebi que para sobreviver eu precisava desaparecer dentro da minha própria casa. Por anos vivi sob o terror do meu marido, Antônio, até encontrar coragem para fugir e reconstruir minha vida. Este é meu relato sobre abuso, medo, esperança e renascimento.