Cicatrizes Invisíveis: O Peso do Meu Silêncio
Sento na beira da cama, o quarto mergulhado numa penumbra suave, e escuto o eco da briga que tive com minha filha, Mariana, há poucos minutos. O silêncio agora é pesado, quase sufocante, e me pergunto onde foi que errei, como mãe, para que o amor se transformasse em distância e mágoa. Não é raiva que sinto, mas um cansaço profundo, uma tristeza que parece corroer meu peito de dentro pra fora.