Não Há Nada a Lamentar
Senti o vento frio do fim de tarde bater no meu rosto enquanto olhava o reflexo dourado do sol sobre o rio Tietê. Ao meu lado, Lucas mexia distraidamente nos farelos de pão, jogando-os para os patos que nadavam preguiçosos. A faculdade finalmente tinha dado uma trégua, mas o vazio que se abria diante de mim era tão assustador quanto qualquer prova final.