Sessenta Anos e Livre: O Recomeço de Marta
Aos sessenta anos, me vi sozinha e invisível, mas descobri que essa solidão era, na verdade, liberdade. Entre conflitos familiares, amizades que se afastaram e o peso do preconceito contra mulheres mais velhas, precisei me reinventar. Hoje, percebo que ser ‘desnecessária’ para os outros foi o melhor presente que a vida me deu.