“Mãe, Eu Também Existo”: Quando o Amor Vira Prisão

Sou Ana Paula, filha única, e desde que meu pai morreu, minha mãe passou a me prender em uma teia de culpa e exigências. Entre ligações de madrugada e chantagens emocionais, minha vida foi se apagando aos poucos. Hoje, conto minha história para perguntar: até onde vai o dever de uma filha, e onde começa o direito de viver a própria vida?