O Último Andar da Esperança
Sento-me no banco enferrujado em frente ao prédio, o cigarro queimando entre meus dedos trêmulos. O tempo parece escorrer pelos meus olhos enquanto observo a janela do quarto andar, onde Dona Jandira vive sozinha desde que o marido morreu. Hoje, decidi enfrentar o passado e buscar respostas para uma dor que nunca me deixou em paz.