Feridas Invisíveis: Meu Destino nas Mãos dos Meus Pais

Desde criança, fui tratado como uma peça no tabuleiro dos meus pais, sempre tentando agradar e sufocando meus próprios sonhos. Cresci sentindo o peso das expectativas deles, sem nunca saber quem eu realmente era. Agora, prestes a completar trinta anos, me vejo diante do espelho, questionando se terei coragem de romper esse ciclo e finalmente viver por mim.