“Não sei mais como viver. A solidão e a velhice me assustam…” O desabafo de uma mulher que sobreviveu a tudo e ficou sozinha
Sinto um vazio que parece não ter fim. Aos 62 anos, olho pela janela do meu pequeno apartamento em Osasco e me pergunto como tudo passou tão rápido. Minha história é feita de perdas, lutas e silêncios que ecoam mais alto agora, quando só me resta a companhia da minha própria voz.